terça-feira, 29 de abril de 2008

24º Trabalho Prático

Numa terça-feira (para variar!), mais concretamente, no dia 8 de Abril, deu-se a vigésima quarta aula experimental de biologia.

Dado que havíamos continuado o estudo da produção de alimentos a partir de microrganismos, nomeadamente, a partir da fermentação, realizámos uma segunda actividade experimental sobre este tema: produção de pão, utilizando os produtos e seguindo os procedimentos indicados no protocolo fornecido pelo professor salsa.
Assim, começamos por activar o fermento (composto pelas leveduras Saccharomyces cerevisae), juntando-lhe água morna e farinha. Em seguida, preparámos a "massa"(com farinha, fermento activo e água) e amassámo-la até esta ficar "No ponto", ou seja, até que esta se tornasse elástica e não colasse às mãos. Depois deixámos a massa repousar (o correcto seria uma hora de repouso, mas devido à curta duração da aula, foi de pouco mais de meia hora), parra levedar. Neste período ocorreu a fermentação da glicose contida no amido da farinha, pelas leveduras. Ora, libertando-se, neste processo, Dióxido de Carbono, formam-se bolhas de ar que aumentam o volume da massa.
Decorrido o referido tempo, dividimos e moldámos a massa dando-lhe a forma pretendida (no meu caso foi um conjunto de três pães, com as letras comemorativas da conquista do campeonato pelo FCPorto - "T","R" e "I"), fazendo, para isso, cortes com um bisturi.
Levámos estas porções de massa ao forno, durante pouco menos de uma hora.
Durante esta ida ao forno, para além de o pão cozer, deu-se a evaporação do álcool formado na fermentação e ainda a "exterminação" das leveduras, devido às altas temperaturas.
No final da aula, dedicámo-nos a comer o pão produzido, com manteiga vinda do bar da escola... e sabem que mais? Estava divinal!

Em suma, posso concluir que foi uma experiência extremamente enriquecedora, não só ao nível da biologia, mas também a nível cultural. Foi interessante constatar que, tal como relativamente à produção de picles, os nosso antepassados usavam, sem o saberem, microrganismos para produzirem alimentos.
Achei particularmente curioso o facto de a libertação de Dióxido de Carbono ser utilizada para dar volume ao pão, criando aquelas cavidades que estamos habituados a observar no pão que comemos. Também é interessante o facto de a massa do pão, antes de ir ao forno, conter álcool, que se evapora na cozedura. (Agora imaginem o que seria comer massa como quem come pão....).
Deixo-vos algumas fotos da aula e, desta vez, algo mais: um vídeo relativo à retirada dos pães do forno.











Mais um comunicado

Pois é bloggernautas.... Cá estou eu de volta depois de uma pausa inesperada, resultante de muitas e variadas situações, incluindo problemas na internet, falta de disponibilidade...
Mas o que conta é que estou de volta, com a reposição das postagens em atraso e com actualizações mais frequentes do blog! Continuem a visitar-me! ;)

sábado, 19 de abril de 2008

23º Trabalho Prático

Na primeira aula prática deste 3º Período, no âmbito do estudo da produção de alimentos a partir de microrganismos, foi-nos proposta a produção de "Picles", um antigo modo de conservação de alimentos, a partir do processo de fermentação anaeróbia de açucares a ácido acético.

Assim, cada grupo do nosso "turno" recebeu um ou dois vegetais (repolho, pimento ou alho). Utilizando sal e seguindo as indicações do protocolo fornecido pelo professor Salsa, depositámos camadas alternadas dos referidos vegetais, intercaladas por finas camadas de sal, numa garrafa de refrigerante previamente lavada.

À medida que acrescentávamos camadas, íamos pressionando o conjunto das já depositadas com uma caixa de petri, levando à acumulação de líquidos dos vegetais, entretanto libertados, por acção do sal. Depois, modificámos a garrafa, criando as condições necessárias para que pudesse ocorrer fermentação anaeróbia.

Ficou combinado que, ao longo das aulas seguintes, iríamos registar a compactação dos vegetais e a descida do pH. Por incrível que pareça, nas aulas seguintes registámos uma subida de pH, sabe-se lá porquê... Bem.... veremos nas aulas seguintes como a situação evolui...

Posso concluir que foi uma actividade muito instrutiva, pois para além de nos permitir compreender melhor todo este processo de fermentação (alcoólica, neste caso), fez-nos constatar que, apesar de não conhecerem tal fenómeno, já antigamente os nossos antepassados usavam a fermentação para conservar alimentos desta forma.

Deixo aqui o registo fotográfico da aula, esperando que gostem!














sexta-feira, 11 de abril de 2008

3º Período

Pois é! Cá estou eu de volta! Depois de umas férias está na hora do Tudo POR Tudo colegas! Apesar de ter começado tarde (o tráfego tinha acabado ;) ) estou, assim, de regresso à blogosfera. Para este período podem contar com a continuação do trabalho desenvolvido no período anterior... Como constatei, apesar da paragem das férias, as visitas não pararam... Aíás, o fórum do blog foi bastante frequentado.
Aproveito esta postagem para desejar a todos os meus colegas um excelente 3ºperíodo! Boa sorte! ;)

segunda-feira, 17 de março de 2008

Fim do 2º Período

Pois é caros colegas, chegou ao fim mais um período lectivo (e a respectiva temporada dos morangos com açucar... lol)!
Julgo que tudo me correu bem, com um ou outro deslize aqui e ali (sobretudo em dois dos relatórios das actividades práticas), compensado por uma ligeira subida nos testes de avaliação. Quanto ao blog, subi na classificação e penso que, nesta altura, posso sentir-me muito satisfeito com o meu trabalho! Mas ainda falta um "longo" 3º período, muitas horas de trabalho e muito esforço pela frente. MAs, por enquanto, há que gozar as férias! BOA PÁSCOA!!!!!!!

sexta-feira, 14 de março de 2008

22º Trabalho prático

E, finalmente, chega a última aula prática do período, um sinal de férias mesmo a chegar!
Nesta aula final dedicámo-nos, principalmente, à elaboração do relatório da aula prática anterior. Este foi mais complicado e edigir que os anteiores, uma vez q se tornou necessário pesquisar na internet para obter informação que permitisse apresentar uma discussão de dados e uma conclusão de elevada qualidade. A elaboração de relatórios gerou um pequeno "caos" n nossa mesa de trabalho, mas , no final, apresentámos um bom relatório, a meu ver.
Além disto, fizémos ainda a auto-avaliação dos blogs, comparativamente ao primeiro período, usando as classificações "Melhor" "Igual" ou "Pior". No meu caso, escolhi "melhor", uma vez que penso ter evoluído o blog em termos de estética, estrutura e facilidade de acesso aos vários conteúdos.

Ficam aqui as fotos relativas a esta aula:

21º Trabalho prático

Na penúltima aula prática de biologia o segundo período, realizámos trabalho, sobretudo, de observação ao MOC. Foram distribuídas, no início da aula, preparações definitivas de estruturas pertencentes ao sistema imunitário humano. Assim, tive, juntamente com os meus condiscípulos, a oportunidade de observar o microscópio óptico composto preparações de sangue humano, nódulo linfático, amígdala, timo e medula óssea vermelha, que foram esboçadas no anexo do relatório da actividade experimental.

Na parte final da aula, através da consulta de um Atlas de histologia e de um site indicado pelo professor Salsa, legendámos os nossos esboços, identificando os vários elementos constituíntes das células ou estruturas m questão.


Deixo ainda o registo fotográfico da aula, que será legendado este fim-de-semana, após a entrega dos relatórios relativos à actividade desta aula.




















20º Trabalho Prático

Nesta terça-feira, realizou-se a aula prática nº20 de Biologia.
Inicialmente, concluímos o relatório da actividade prática realizada na aula nº18, cuja "conclusão" havia sido iniciada no final da aula prática nº19 (Eu sei que é confuso, mas foi o que sucedeu!).
Depois passámos à aula propriamente dita. Por sugestão do professor Salsa, vestimos a pele de investigadores genéticos. Num trabalho digno de aparecer no CSI(embora o objectivo não fosse,julgo eu, descobrir o "culpado"), foi-nos apresentada a seguinte situação: Uma mulher teve um filho mas não sabe se o pai é o indivíduo A ou o individuo B. Pretende-se descobrir qual é o pai biológico da criança, a partir dos DNAs dos vários indivíduos.
Realizámos uma "electroforese" virtual: colocámos as sequência nucleotídicas correspondentes ao DNA dos vários indivíduos em questão; utilizámos um website que forneceu as "enzimas de restrição virtuais" que cortaram os DNAs em fragmentos; calculámos os tamanhos dos fragmentos de DNA de cada indivíduo; construímos o "código de barras genético" dos indivíduos Depois por comparação dos 4 DNAs, chegamos o verdadeiro pai da criança (com mais semelhanças de alelos).
Nos momentos finais da aula, eu e Ana Luisa (silenciodosindigentes) voluntariámo-nos para apresentarmos os nossos blogs à turma.
Cá ficam as fotos da aula:












Legenda

1)Construção do "código de barras" genético
2)Apresentação dos e-portefólios

quinta-feira, 13 de março de 2008

Imunodeficiência - nem o L. Casei Imunitass nos safa

A imunodeficiência, já referida nas aulas, é uma disfunção no sistema imunitário, consistindo, fundamentalmente, na incapacidade de se estabelecer uma imunidade eficaz. Esta incapacidade deve-se à falta de fagócitos ou linfócitos, no organismo do indivíduo.
Esta disfunção pode ser inata ou adquirida, tendo características diferentes nos dois casos:


A inata, como o próprio nome indica, existe nos indivíduos logo à nascença, tendo que estes não possuem linfócitos B nem linfócitos T. Têm, assim, de ser submetidos, permanentemente, a um ambiente isolado e absolutamente esterilizado, de forma a evitar o contacto com quaisquer agentes patogénicos. Esta disfunção surge devido ao funcionamento anormal da medula óssea.
A forma de tratar esta doença pode envolver, portanto, um transplante eficaz da medula.

A imunodeficiência adquirida surge mais tarde, ao longo da vida do indivíduo, podendo ser temporária (causada por factores como doenças) ou permanente (SIDA - causada por infecção pelo VIH).
A SIDA (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), originada por esse vírus (VIH - Vírus da Imunodeficiência Humana), caracteriza-se pela diminuição do número de linfócitos T, a qual provoca um enfraquecimento progressivo da resposta imunitária e do próprio organismo.
Assim (e não há Actimel que nos salve), o organismo fica à mercê das chamadas "Doenças Oportunistas" (doenças que, num indivíduo de sistema imunitário completo, não têm qualquer efeito ou são pouco eficazes, mas que, nos indivíduo de sistema imunitário debilitado, se mostram eficazes, perigosas ou até mortais).
Esta doença, tão falada, nos dias de hoje, ainda não pode ser curada. No entanto, há determinados tipos de fármacos que permitem atrasar a sua evolução e os seus efeitos, actuando a vários níveis. Há, assim, dois tipos fundamentais de medicamentos com este efeito:
  1. O AZT, que inibe a transcríptase reversa, atrasando a replicação do vírus e, consequentemente, os sintomas da doença
  2. Os Inibidores de Protéase, que bloqueiam a produção de proteínas virais maduras e funcionais (cápsulas dos novos vírus), com efeitos finais semelhantes aos do AZT
Já há muito que se investigam possíveis vacinas contra o HIV. Uma das mais recentes hipóteses levantadas (que já era tomada como certeira), consistia no impedimento da entrada do vírus nas células, por prevenção da ligação entre o mesmo e a proteína receptor CD4, existente na superfície das mesmas. Ora, essa ligação foi impedida, mas o facto de o vírus sofrer mutações, muito frequentemente, esse obstáculo foi rapidamente ultrapassado, tornando a vacina completamente ineficaz.

Actualmente, estão a ser investigadas novas hipóteses, cujas acções incidem em diferentes fases do processo de contaminação viral. Mas, enquanto não surge a solução, há que prevenir, PrEvEnIr e PREVENIR, usando preservativo
É de referir ainda que o estado de imunodeficiência pode ser induzido, temporariamente, através da administração de drogas imunosupressoras, para o tratamento de doenças auto-imunes ou para prevenção contra a rejeição, após um transplante de órgãos.


Fontes:
Wikipedia.org
Shovoong - pt
Na primeira imagem, podem ver a medula óssea (neste caso amarela, por substituição da vermelha, como indica a legenda). Já na segunda, podem observar um Vírus HIV a atacar um linfócito.

Alimentos Transgénicos - Sondagem

Nesta sondagem, em resposta à pergunta "Concordas com a produção dos alimentos transgénicos?", obtive um total de 19 votos, nas seguintes proporções:

"Sim" - 6 votos (32%)
"Não" - 3 votos (16%)
"Indeciso" - 10 votos (52%)


Assim, posso constatar que, embora haja, cada vez mais, uma maior adesão da população à ideia do cultivo/produção de alimentos transgénicos, grande parte não tem a certeza ou não tem uma opinião formada. Além de isto demonstrar o carácter polémico desta situação, pode ainda mostrar alguma falta de informação em relação a este tema. Assim, sugiro a todos os frequentadores do blog que visitem os blogs da turma e pesquisem sobre este tema, de modo a estarmos, cada vez mais, bem informados sobre os OGM, as suas vantagens e desvantagens. Só assim poderemos pesar os prós e os contras e construir uma opinião.
Obrigado a todos os que votaram!

sábado, 8 de março de 2008

Biodownloads - links

DIAPOSITIVOS

A Reprodução
  1. Sistema Reprodutor Masculino

  2. Sistema Reprodutor Feminino

  3. Desenvolvimento Embrionário

  4. Manipulação da Fertilidade


Hereditariedade

  1. Hereditariedade I

  2. Hereditariedade II

  3. Regulação Génica

  4. Mutações

  5. Engenharia Genética

Imunidade

  1. Sistema Imunitário I - Constituição do S.Imunitário...............(versão pdf)

  2. Sistema Imunitário II - Defesa não-específica..........................(versão pdf)

  3. Sistema Imunitário III - Defesa específica................................(versão pdf

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TRABALHOS ESCRITOS

  1. O Espermicida (Métodos contraceptivos)

  2. A Fertilização In Vitro (Técnicas de reprodução medicamente assistida)

  3. Síndrome de Klinefelter (Doenças genéticas)

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FICHAS FORMATIVAS/CORRECÇÂO

  1. Ficha Formativa nº3(pdf)

  2. Ficha Formativa nº5(pdf) e Correcção (pdf)

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CORRECÇÂO DAS FICHAS DE AVALIAÇÃO

  1. Correcção da ficha de avaliação nº1

  2. Correcção da ficha de avaliação nº2

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QUIZ

  1. Quiz "Monoibridismo" e Correcção

  2. Quiz "Diibridismo" e Correcção

Biodownloads

Para economisar espaço na barra lateral direita do blog, os downloads relacionados com a nossa disciplina esãrão disponíveis numa "postagem" arquivada, cujo link será colocado no separador "Biodownloads" (o mesmo local onde se encontram agora.
Esta mudança teve por base a observação do blog do patrício, ao qual pedi autorização para utilizar a mesma estrutura (aproveito para agradecer ao meu colega) e do blog central, onde também o professor Salsa recorreu a este sistema.
Cumprimentos

4º Marco Histórico

Prometi na postagem relativa ao 3º Marco Histórico do blog que só iria "comemorar" um novo marco histórico após ter atingido as 4000 visitas. Embora pensasse que tal seria difícil de acontecer, é com muito prazer que anuncio o atingir dessa meta!

É muito gratificante ver o trabalho recompensado, pelo que as 4000 visitas vêm compensar o tempo investido no blog! A todos os frequentadores muito obrigado, novamente!

O elevado número de visitas, pelo que pude constatar através do "Visitors locations", não se deve apenas frequentadores portugueses, do continente, mas também a portugueses dos arquipélagos dos Açores e da Madeira, a brasileiros, a norte-americanos e a africanos. Também registei, segundo este widget, visitas do Japão, Chile, Índia e Austrália, entre outros países/regiões.
Como não sei que número de visitas justificará um novo marco histórico, vou abrir uma sondagem, não para efeitos de estudo de temas polémicos, mas apenas para perceber se deverei ou não continuar a comemorar estes "Marcos".
Assim, à pergunta "Deve ser anunciado o próximo Marco Histórico do blog?", poderão responder:
-"Sim, às 5000 visitas"
-"Sim, às 8000 visitas"
-"Sim, às 10000 visitas"
-"Não"

Cumprimentos

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Fenótipo Dominante - Sondagem

Devo anunciar, embora um pouco tardiamente, que está concluída a votação acerca da relação quantitativa entre os fenótipos dominante e recessivo de determinadas características, seleccionadas e dispostas numa tabela (ver em "Recessivos ou Dominantes? - Os nossos fenótipos").

Em resposta à pergunta "Em quantas das características mencionadas na tabela apresentas fenótipo dominante?", com as respostas possíveis "Em mais de metade", "Em 9" (metade) e "Em menos de metade", obtive um total de 26 votações, nas seguintes proporções:

- "Em mais de metade" - 65,4%% - 17 votos
- "Em 9" (metade) - 19,2% - 5 votos
- "Em menos de metade" - 15,4%% - 4 votos

Face a estes resultados só posso constatar algo que o professor Salsa já disse: embora se saiba que os fenótipos dominantes não são sempre mais frequentes que os recessivos, tal tende a ocorrer. De facto, dentro das características dispostas na tabela, a maioria dos votantes possui mais de metade de fenótipos dominantes, sendo que apenas um pequeno número possui mais fenótipos recessivos que dominantes.

Obrigado a todos aqueles que votaram! ;)


Natural Killer - o FBI biológico

Nas aulas de biologia já foram referidos vários tipos de células imunitárias: Monócitos, Neutrófilos, Basófilos, Eosinófilos, Macrófagos... No entanto, através de investigação, descobri um outro tipo de célula: a NK.

As células NK (Natural Killer) são um tipo de leucócito (particularmente, um linfócito) produzido na medula óssea vermelha, sendo células grandes e granulares. Têm a capacidade de reconhecer tipos específicos de célula, como as células infectadas por vírus em geral ou células tumorais. Conseguem, assim, matar as células alvo de diversas formas, incluíndo a libertação de substâncias que danificam a membrana celular, provocando difusão de água/iões para o interior da célula e causando, dete modo, a sua lise.
As células exterminadoras naturais são activadas a partir de diferentes estímulos, como a citocina produzida pelos macrófagos.
É de referir que estas células constituem 15% dos linfócitos, tendo um papel essencial no controlo de infecções virais, evitando a multiplicação dos vírus.

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19º Trabalho Prático

Na passada terça-feira, tivemos a nossa décima nona aula prática de biologia.
Em oposição à aula anterior, que foi, a meu ver, verdadeiramente "científica" (roubando as palavras à Aurélie, no blog da Sara Rafaela), esta foi uma aula, essencialmente, teórica.

Lembram-se do projecto que todos os grupos idealizaram, cada um à sua maneira, relativo a um "estudo genético" no Xiphophorus maculatus? Pois é, nesta aula foi-nos entregue a avaliação dos mesmos e foi ainda mostrada a proposta do professor Salsa para o dito estudo.
Quanto ao meu grupo, obtivemos uma classificação razoável. No entanto, podíamos, sem dúvida alguma, ter feito melhor.
Ao que tudo indica, o nosso "turno" não foi o que teve melhores notas. Contudo, aprendemos a lição: na elaboração de um projecto é necessário ter em conta todos os aspectos, avaliando a sua influência nos possíveis resultados.

No final da aula, continuámos a redacção do relatório da actividade prática 18, não conseguindo, todavia, terminá-lo.

Mais uma vez, deixo-vos fotos desta aula:














quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

18º Trabalho Prático

Dia 12 deste mês realizou-se a nossa 18º Actividade Prática de Biologia.
Lembram-se de, no relatório da aula prática anterior, eu ter referido que o professor nos tinha avisado para trazermos a bata e que, devido ao tempo que demorou a apresentação de trabalhos, não a tínhamos usado?
Pois é! Ao que tudo indica, o aviso do professor Salsa era mesmo "a valer". Digo isto, pois, na aula desta terça, fizemos uma actividade bastante prática e, sem dúvida, interessantíssima.
Todos nós sabemos o que é o DNA, qual a sua função, entre outras coisas. No entanto, não sabíamos, até esta aula, como podemos obter o DNA de um organismo.

Nesta actividade experimental foi-nos, assim, proposta a extracção do DNA de um kiwi ou de um morango, seguindo uma lista de procedimentos a tomar, presente na ficha fornecida pelo professor.
Apesar de ser uma actividade um pouco perigosa (envolve vidas, nomeadamente as dos kiwis e dos morangos), foi bastante elucidativa. Através da combinação de vários reagentes (sal e detergente da loiça) com água e da sua adição à matéria orgânica do fruto escolhido, seguida da adição de álcool etílico frio, obtivemos, após termos deixado a mistura em repouso, filamentos de DNA em suspensão, que, seguidamente (e após a sua recolha e a adição de um corante), observámos ao MOC.
Devo confessar que aquilo que observei ao MOC me desiludiu um pouco, uma vez que, devido a um eventual excesso de corante, não pude observar com muita nitidez os ditos filamentos.
No entanto, ainda que com alguma dificuldade, consegui visualizá-los. Desta forma, julgo que "cumprimos" a nossa tarefa e que esta teve grande utilidade, contribuindo para uma maior familiarização com as experiências ligadas ao material genético.
Ainda antes do final da aula, iniciámos a redacção do relatório da aula.

Deixo-vos ainda o registo fotográfico da aula, com as várias etapas da experiência:































































Da esquerda para a direita, em cada coluna:

01)Cortámos um kiwi aos cubos


02)Esmagámos os cubos, obtendo a "papa" referida

03)Aspecto final do kiwi esmagado

04)Pesámos o Cloreto de Sódio

05)Mistura da água destilada com detergente e sal com o kiwi esmagado

06)Filtragem da mistura obtida

07)Medição da quantidade indicada de álcool etílico frio

08)Colocação da mistura numa proveta e adição suave do álcool etílico, usando uma pipeta

09)Aspecto final da mistura, sendo visível a massa de filamentos de DNA

10)Lãmina com filamentos de DNA aos quais se adicionou corante

11)Aspecto, ao MOC, dos filamentos de DNA (fornecida por Cátia, Isabel e Sara, devido às dificuldades de observação da minha preparação)

12)Redacção do relatório da actividade experimental

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

OGM em Portugal

Segundo o 2º Relatório de acompanhamento da coexistência entre culturas geneticamente modificadas e outros modos de produção agrícola, disponibilizado, em Janeiro do presente ano, pelo Ministério da Agricultura, a área de cultivo de OGM (orgnaismos geneticamente modificados) atingiu os 4200 hectares, no continente, em 2007. O aumento dessa área, em relação ao ano de 2006, terá sido da ordem dos 330%.Através de algumas normas técnicas estipuladas pela legislação, ter-se-á conseguido minimizar a contaminação (presença acidental de OGM nos produtos convencionais), tendo-se obtido uma taxa de 0,4%, para um máximo de 0,9% (definido por lei).
Os principais motivos para a maior adesão dos agriculturos ao cultivo de milho geneticamente modificado foram o controlo dos ataques das
brocas do milho (Pyrausta nubilalis), a menor aplicação de insecticidas, o aumento da produção e da qualidade do produto obtido.


Os organismos geneticamente modificados (OMG/trangénicos) são organismos cujo genoma foi manipulado, apresentando diferenças, relativamente à sua constituição original. A manipulação genética permite obter indivíduos com características mais vantajosas, para a espécie e para o aproveitamento, pelo Homem. Por exemplo, na agricultura, através da manipulação genética podem obter-se plantas com uma maior resistência a doenças, calor, seca e geada, com menor necessidade de adubos, com frutos maiores, com novos sabores, com maiores valores nutritivos, etc. Além disso, permite a obtenção de fármacos, produzidos pelos OGM, entre outras vantagens.

Adaptado de:
PortalAmbienteOnline
Cientic
Bayercropscience(brocas do milho)



Na minha opinião, os OGM podem trazer-nos grandes vantagens, não só em termos económicos (preços mais baixos dos produtos), mas também em termos de nutrição. No entanto, a sua produção e cultivo deve ser rigorosamente controlada, uma vez que, em caso de erros da manipulação genética, podem causar problemas de saúde aos consumidores. Além disso, a contaminação, isto é, a disseminação dos genes manipulados, através da reprodução dos OGM, pode causar desequilíbrios nas populações naturais e no próprio ecossistema.

Por isso, posso afirmar que concordo com a produção dos OGM, mas só após estudos rigorosos (de modo a garantir a inexistência de efeitos negativos ao nível da saúde humana) e limitando o cultivo a áreas isoladas, impedindo o contacto dos mesmos com áreas exteriores. Essa seria, penso eu, a única forma de manter os OGM debaixo do nosso controlo.


Abro ainda uma votação, com a questão "Concordas com a produção dos alimentos trangénicos?", com as respostas possíveis "Sim", "Não" e "Indeciso", que terminará no final de Fevereiro.


A engenharia genética

A Engenharia genética consiste no processo de manipulação dos genes, num organismo, fora do processo normal reprodutivo do mesmo, envolvendo o isolamento, a manipulação e a introdução de DNA, de forma a dar-se a expressão de um determinado gene pretendido, a síntese de novas proteínas/enzimas e a introduzir novas características num determinado ser vivo. Torna-se possível, assim, a criação de materiais orgânicos sintéticos e de organismo genéticamente modificados (ONG).
A
tecnologia do DNA recombinante e a Engenharia Genética surgiram após um acumular de grandes descobertas, por cientistas e investigadores. Deixo, desta forma, uma cronologia que sintetiza os principais marcos que permitiram desta técnica.

Década de 30, George Beadle e Edward Tatum demostraram o papel dos genes na regulação da produção de proteínas e enzimas, iniciando o processo de descoberta da estrutura genética do Homem.

1944, Oswald Avery. ao pesquisar a estrutura do DNA descobriu que este é o componente cromossómico responsável pela transmissão de informação genética.

1953, Francis Crick, James Watson e Maurice Wilkins mapearam a maior parte da estrutura da molécula de ácido desoxirribonucleico.

1961, François Jacob e Jacques Monod, pesquisando o processo de síntese proteica nas células bacterianas, descobriram que o responsável principal pela mesma é o DNA, tornando-se este o elemento central das pesquisas de engenharia genética.

1972, Paul Berg ligou duas cadeias de DNA, uma de origem animal e outra de origem bacteriana. A ligação dessas duas cadeias genéticas diferentes constituiu o começo da criação sintética de produtos da engenharia genética.

1978, Werner Arber, Daniel Nathans e Hamilton Smith conquistaram o Prémio Nobel da medicina/fisiologia, por terem conseguido isolar as enzimas de restrição, capazes de "cortar" a molécula de DNA em pontos específicos. Estas enzimas, juntamente com as ligases (capazes de unir fragmentos de DNA) constituiram a base inicial da tecnologia do DNA recombinante.

Adaptado de: pt.wikipédia.org

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Comunicado, apelo ou algo parecido...

Através desta postagem gostaria de fazer um apelo a todos os frequentadores do blog. Caso não tenham reparado, "adiei" o final da sondagem, uma vez que ainda não tinha votos suficientes para chegar a conclusões válidas. Assim, peço a todos que votem, respondendo à pergunta colocada, para que possa chegar a conclusões com algum rigor. A sondagem ficará activa até Domingo, dia 17, às 23:55.

Além disto, queria também justificar a "falta de postagens" dos últimos dias: como sabem, estamos numa altura de testes. No entanto, fica prometido que a partir desta segunda feira vou "compensar" com mais postagens. Até lá, tenham paciência... ;)
Aproveito ainda para agradecer a todos o número de visitas, não só portuguesas, mas também internacionais, pois é sempre bom ver "adesão" ao nosso trabalho.
Até já...