segunda-feira, 17 de março de 2008
Fim do 2º Período
Julgo que tudo me correu bem, com um ou outro deslize aqui e ali (sobretudo em dois dos relatórios das actividades práticas), compensado por uma ligeira subida nos testes de avaliação. Quanto ao blog, subi na classificação e penso que, nesta altura, posso sentir-me muito satisfeito com o meu trabalho! Mas ainda falta um "longo" 3º período, muitas horas de trabalho e muito esforço pela frente. MAs, por enquanto, há que gozar as férias! BOA PÁSCOA!!!!!!!
sexta-feira, 14 de março de 2008
22º Trabalho prático
21º Trabalho prático
Na parte final da aula, através da consulta de um Atlas de histologia e de um site indicado pelo professor Salsa, legendámos os nossos esboços, identificando os vários elementos constituíntes das células ou estruturas m questão.
Deixo ainda o registo fotográfico da aula, que será legendado este fim-de-semana, após a entrega dos relatórios relativos à actividade desta aula.
20º Trabalho Prático
Inicialmente, concluímos o relatório da actividade prática realizada na aula nº18, cuja "conclusão" havia sido iniciada no final da aula prática nº19 (Eu sei que é confuso, mas foi o que sucedeu!).
Depois passámos à aula propriamente dita. Por sugestão do professor Salsa, vestimos a pele de investigadores genéticos. Num trabalho digno de aparecer no CSI(embora o objectivo não fosse,julgo eu, descobrir o "culpado"), foi-nos apresentada a seguinte situação: Uma mulher teve um filho mas não sabe se o pai é o indivíduo A ou o individuo B. Pretende-se descobrir qual é o pai biológico da criança, a partir dos DNAs dos vários indivíduos.
Realizámos uma "electroforese" virtual: colocámos as sequência nucleotídicas correspondentes ao DNA dos vários indivíduos em questão; utilizámos um website que forneceu as "enzimas de restrição virtuais" que cortaram os DNAs em fragmentos; calculámos os tamanhos dos fragmentos de DNA de cada indivíduo; construímos o "código de barras genético" dos indivíduos Depois por comparação dos 4 DNAs, chegamos o verdadeiro pai da criança (com mais semelhanças de alelos).
Nos momentos finais da aula, eu e Ana Luisa (silenciodosindigentes) voluntariámo-nos para apresentarmos os nossos blogs à turma.
Cá ficam as fotos da aula:
Legenda
1)Construção do "código de barras" genético
2)Apresentação dos e-portefólios
quinta-feira, 13 de março de 2008
Imunodeficiência - nem o L. Casei Imunitass nos safa
Esta disfunção pode ser inata ou adquirida, tendo características diferentes nos dois casos:

A forma de tratar esta doença pode envolver, portanto, um transplante eficaz da medula.
A imunodeficiência adquirida surge mais tarde, ao longo da vida do indivíduo, podendo ser temporária (causada por factores como doenças) ou permanente (SIDA - causada por infecção pelo VIH).
A SIDA (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida), originada por esse vírus (VIH - Vírus da Imunodeficiência Humana), caracteriza-se pela diminuição do número de linfócitos T, a qual provoca um enfraquecimento progressivo da resposta imunitária e do próprio organismo.
Assim (e não há Actimel que nos salve), o organismo fica à mercê das chamadas "Doenças Oportunistas" (doenças que, num indivíduo de sistema imunitário completo, não têm qualquer efeito ou são pouco eficazes, mas que, nos indivíduo de sistema imunitário debilitado, se mostram eficazes, perigosas ou até mortais).
Esta doença, tão falada, nos dias de hoje, ainda não pode ser curada. No entanto, há determinados tipos de fármacos que permitem atrasar a sua evolução e os seus efeitos, actuando a vários níveis. Há, assim, dois tipos fundamentais de medicamentos com este efeito:
- O AZT, que inibe a transcríptase reversa, atrasando a replicação do vírus e, consequentemente, os sintomas da doença
- Os Inibidores de Protéase, que bloqueiam a produção de proteínas virais maduras e funcionais (cápsulas dos novos vírus), com efeitos finais semelhantes aos do AZT
Actualmente, estão a ser investigadas novas hipóteses, cujas acções incidem em diferentes fases do processo de contaminação viral. Mas, enquanto não surge a solução, há que prevenir, PrEvEnIr e PREVENIR, usando preservativoFontes:
Wikipedia.org
Shovoong - pt
Alimentos Transgénicos - Sondagem
"Sim" - 6 votos (32%)
"Não" - 3 votos (16%)
"Indeciso" - 10 votos (52%)

Assim, posso constatar que, embora haja, cada vez mais, uma maior adesão da população à ideia do cultivo/produção de alimentos transgénicos, grande parte não tem a certeza ou não tem uma opinião formada. Além de isto demonstrar o carácter polémico desta situação, pode ainda mostrar alguma falta de informação em relação a este tema. Assim, sugiro a todos os frequentadores do blog que visitem os blogs da turma e pesquisem sobre este tema, de modo a estarmos, cada vez mais, bem informados sobre os OGM, as suas vantagens e desvantagens. Só assim poderemos pesar os prós e os contras e construir uma opinião.
Obrigado a todos os que votaram!
sábado, 8 de março de 2008
Biodownloads - links
A Reprodução
- Sistema Reprodutor Masculino
- Sistema Reprodutor Feminino
- Desenvolvimento Embrionário
- Manipulação da Fertilidade
Hereditariedade
Imunidade
- Sistema Imunitário I - Constituição do S.Imunitário...............(versão pdf)
- Sistema Imunitário II - Defesa não-específica..........................(versão pdf)
- Sistema Imunitário III - Defesa específica................................(versão pdf
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TRABALHOS ESCRITOS
- O Espermicida (Métodos contraceptivos)
- A Fertilização In Vitro (Técnicas de reprodução medicamente assistida)
- Síndrome de Klinefelter (Doenças genéticas)
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FICHAS FORMATIVAS/CORRECÇÂO
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CORRECÇÂO DAS FICHAS DE AVALIAÇÃO
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QUIZ
- Quiz "Monoibridismo" e Correcção
- Quiz "Diibridismo" e Correcção
Biodownloads
Esta mudança teve por base a observação do blog do patrício, ao qual pedi autorização para utilizar a mesma estrutura (aproveito para agradecer ao meu colega) e do blog central, onde também o professor Salsa recorreu a este sistema.
Cumprimentos
4º Marco Histórico
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Fenótipo Dominante - Sondagem
Em resposta à pergunta "Em quantas das características mencionadas na tabela apresentas fenótipo dominante?", com as respostas possíveis "Em mais de metade", "Em 9" (metade) e "Em menos de metade", obtive um total de 26 votações, nas seguintes proporções:
- "Em mais de metade" - 65,4%% - 17 votos
- "Em 9" (metade) - 19,2% - 5 votos
- "Em menos de metade" - 15,4%% - 4 votos
Face a estes resultados só posso constatar algo que o professor Salsa já disse: embora se saiba que os fenótipos dominantes não são sempre mais frequentes que os recessivos, tal tende a ocorrer. De facto, dentro das características dispostas na tabela, a maioria dos votantes possui mais de metade de fenótipos dominantes, sendo que apenas um pequeno número possui mais fenótipos recessivos que dominantes.
Obrigado a todos aqueles que votaram! ;)
Natural Killer - o FBI biológico
As células NK (Natural Killer) são um tipo de leucócito (particularmente, um linfócito) produzido na medula óssea vermelha, sendo células grandes e granulares. Têm a capacidade de reconhecer tipos específicos de célula, como as células infectadas por vírus em geral ou células tumorais. Conseguem, assim, matar as células alvo de diversas formas, incluíndo a libertação de substâncias que danificam a membrana celular, provocando difusão de água/iões para o interior da célula e causando, dete modo, a sua lise.
As células exterminadoras naturais são activadas a partir de diferentes estímulos, como a citocina produzida pelos macrófagos.
É de referir que estas células constituem 15% dos linfócitos, tendo um papel essencial no controlo de infecções virais, evitando a multiplicação dos vírus.
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- Anatomy and Physiology, da Mosby-Year Book,inc
- Wikipedia.org
Foto retirada de: University of Pennsylvania - School of Medicine
19º Trabalho Prático
Em oposição à aula anterior, que foi, a meu ver, verdadeiramente "científica" (roubando as palavras à Aurélie, no blog da Sara Rafaela), esta foi uma aula, essencialmente, teórica.
Lembram-se do projecto que todos os grupos idealizaram, cada um à sua maneira, relativo a um "estudo genético" no Xiphophorus maculatus? Pois é, nesta aula foi-nos entregue a avaliação dos mesmos e foi ainda mostrada a proposta do professor Salsa para o dito estudo.
Quanto ao meu grupo, obtivemos uma classificação razoável. No entanto, podíamos, sem dúvida alguma, ter feito melhor.
Ao que tudo indica, o nosso "turno" não foi o que teve melhores notas. Contudo, aprendemos a lição: na elaboração de um projecto é necessário ter em conta todos os aspectos, avaliando a sua influência nos possíveis resultados.
No final da aula, continuámos a redacção do relatório da actividade prática 18, não conseguindo, todavia, terminá-lo.
Mais uma vez, deixo-vos fotos desta aula:


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
18º Trabalho Prático
Lembram-se de, no relatório da aula prática anterior, eu ter referido que o professor nos tinha avisado para trazermos a bata e que, devido ao tempo que demorou a apresentação de trabalhos, não a tínhamos usado?
Pois é! Ao que tudo indica, o aviso do professor Salsa era mesmo "a valer". Digo isto, pois, na aula desta terça, fizemos uma actividade bastante prática e, sem dúvida, interessantíssima.
Todos nós sabemos o que é o DNA, qual a sua função, entre outras coisas. No entanto, não sabíamos, até esta aula, como podemos obter o DNA de um organismo.
Nesta actividade experimental foi-nos, assim, proposta a extracção do DNA de um kiwi ou de um morango, seguindo uma lista de procedimentos a tomar, presente na ficha fornecida pelo professor.
Apesar de ser uma actividade um pouco perigosa (envolve vidas, nomeadamente as dos kiwis e dos morangos), foi bastante elucidativa. Através da combinação de vários reagentes (sal e detergente da loiça) com água e da sua adição à matéria orgânica do fruto escolhido, seguida da adição de álcool etílico frio, obtivemos, após termos deixado a mistura em repouso, filamentos de DNA em suspensão, que, seguidamente (e após a sua recolha e a adição de um corante), observámos ao MOC.
Devo confessar que aquilo que observei ao MOC me desiludiu um pouco, uma vez que, devido a um eventual excesso de corante, não pude observar com muita nitidez os ditos filamentos.
No entanto, ainda que com alguma dificuldade, consegui visualizá-los. Desta forma, julgo que "cumprimos" a nossa tarefa e que esta teve grande utilidade, contribuindo para uma maior familiarização com as experiências ligadas ao material genético.
Ainda antes do final da aula, iniciámos a redacção do relatório da aula.
Deixo-vos ainda o registo fotográfico da aula, com as várias etapas da experiência:

Da esquerda para a direita, em cada coluna:
01)Cortámos um kiwi aos cubos
02)Esmagámos os cubos, obtendo a "papa" referida
03)Aspecto final do kiwi esmagado
04)Pesámos o Cloreto de Sódio
05)Mistura da água destilada com detergente e sal com o kiwi esmagado
06)Filtragem da mistura obtida
07)Medição da quantidade indicada de álcool etílico frio
08)Colocação da mistura numa proveta e adição suave do álcool etílico, usando uma pipeta
09)Aspecto final da mistura, sendo visível a massa de filamentos de DNA
10)Lãmina com filamentos de DNA aos quais se adicionou corante
11)Aspecto, ao MOC, dos filamentos de DNA (fornecida por Cátia, Isabel e Sara, devido às dificuldades de observação da minha preparação)
12)Redacção do relatório da actividade experimental
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
OGM em Portugal
Os principais motivos para a maior adesão dos agriculturos ao cultivo de milho geneticamente modificado foram o controlo dos ataques das brocas do milho (Pyrausta nubilalis), a menor aplicação de insecticidas, o aumento da produção e da qualidade do produto obtido.
Os organismos geneticamente modificados (OMG/trangénicos) são organismos cujo genoma foi manipulado, apresentando diferenças, relativamente à sua constituição original. A manipulação genética permite obter indivíduos com características mais vantajosas, para a espécie e para o aproveitamento, pelo Homem. Por exemplo, na agricultura, através da manipulação genética podem obter-se plantas com uma maior resistência a doenças, calor, seca e geada, com menor necessidade de adubos, com frutos maiores, com novos sabores, com maiores valores nutritivos, etc. Além disso, permite a obtenção de fármacos, produzidos pelos OGM, entre outras vantagens.
Adaptado de:
PortalAmbienteOnline
Cientic
Bayercropscience(brocas do milho)
Na minha opinião, os OGM podem trazer-nos grandes vantagens, não só em termos económicos (preços mais baixos dos produtos), mas também em termos de nutrição. No entanto, a sua produção e cultivo deve ser rigorosamente controlada, uma vez que, em caso de erros da manipulação genética, podem causar problemas de saúde aos consumidores. Além disso, a contaminação, isto é, a disseminação dos genes manipulados, através da reprodução dos OGM, pode causar desequilíbrios nas populações naturais e no próprio ecossistema.
Por isso, posso afirmar que concordo com a produção dos OGM, mas só após estudos rigorosos (de modo a garantir a inexistência de efeitos negativos ao nível da saúde humana) e limitando o cultivo a áreas isoladas, impedindo o contacto dos mesmos com áreas exteriores. Essa seria, penso eu, a única forma de manter os OGM debaixo do nosso controlo.
Abro ainda uma votação, com a questão "Concordas com a produção dos alimentos trangénicos?", com as respostas possíveis "Sim", "Não" e "Indeciso", que terminará no final de Fevereiro.
A engenharia genética
A tecnologia do DNA recombinante e a Engenharia Genética surgiram após um acumular de grandes descobertas, por cientistas e investigadores. Deixo, desta forma, uma cronologia que sintetiza os principais marcos que permitiram desta técnica.
1944, Oswald Avery. ao pesquisar a estrutura do DNA descobriu que este é o componente cromossómico responsável pela transmissão de informação genética.
1953, Francis Crick, James Watson e Maurice Wilkins mapearam a maior parte da estrutura da molécula de ácido desoxirribonucleico.
1961, François Jacob e Jacques Monod, pesquisando o processo de síntese proteica nas células bacterianas, descobriram que o responsável principal pela mesma é o DNA, tornando-se este o elemento central das pesquisas de engenharia genética.
1972, Paul Berg ligou duas cadeias de DNA, uma de origem animal e outra de origem bacteriana. A ligação dessas duas cadeias genéticas diferentes constituiu o começo da criação sintética de produtos da engenharia genética.
1978, Werner Arber, Daniel Nathans e Hamilton Smith conquistaram o Prémio Nobel da medicina/fisiologia, por terem conseguido isolar as enzimas de restrição, capazes de "cortar" a molécula de DNA em pontos específicos. Estas enzimas, juntamente com as ligases (capazes de unir fragmentos de DNA) constituiram a base inicial da tecnologia do DNA recombinante.
Adaptado de: pt.wikipédia.org
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008
Comunicado, apelo ou algo parecido...
Além disto, queria também justificar a "falta de postagens" dos últimos dias: como sabem, estamos numa altura de testes. No entanto, fica prometido que a partir desta segunda feira vou "compensar" com mais postagens. Até lá, tenham paciência... ;)
Aproveito ainda para agradecer a todos o número de visitas, não só portuguesas, mas também internacionais, pois é sempre bom ver "adesão" ao nosso trabalho.
Até já...
17º Trabalho Prático
Os trabalhos, a meu ver, muito bem elaborados, foram apresentados nos formatos de Powerpoint e Vídeo. Convém ainda constatar a maior adesão da turma à apresentação em formato vídeo. Aliás, a propósito desta maior adesão o professor fez-nos uma advertência bastante perspicaz e acertada: apesar de o trabalho em filme ser bastante complicado de elaborar (não só pela necessidade de sincronização como também pelo facto de envolver, geralmente, efeitos visuais, música, entre outros - é um facto: por detrás de um filme de 5 minutos estão horas de trabalho), pode retirar-nos um pouco de protagonismo.A meu ver, a crítica do professor foi bem recebida.
Pessoalmente, sempre tive uma certa preferência pelo formato vídeo, por achar que um vídeo é sempre mais apelativo, cativante e de fácil compreensão que uma apresentação em powerpoint. Contudo, há que reconhecer que, na prática, ninguém nos "vê" a falar, isto é, a apresentação não é feita propriamente na aula, mas sim em casa, aquando da elaboração do trabalho, daí a falta de protagonismo decorrente.Assim, julgo que devo ponderar realizar o próximo trabalho no formato Powerpoint.
No final da aula, penso que o saldo foi positivo: apesar de a bata ter ficado quieta na pasta, saímos da sala de aula bastante mais cultos, não só por sabermos mais acerca de doenças genéticas, mas também por nos apercebermos do drama que vivem as vítimas das mesmas (não só os doentes são vítimas, mas também todos aqueles que se preocupam com eles). Foi uma aula muito interessante.
Aproveito ainda esta postagem para deixar o link do meu trabalho, acerca da Síndrome de Klinefelter, uma doença genética com origem numa mutação cromossomica numérica que afecta os cromossomas sexuais:
Síndrome de Klinefelter - Trabalho escrito
sábado, 26 de janeiro de 2008
16º Trabalho prático
Nos últimos 45 minutos da aula deu-se a apresentação dos trabalhos de alguns alunos, acerca das doenças genéticas. Assim, a Ana Luisa, a Andreia e eu apresentámos, respectivamente, os trabalhos relativos à paramiloidose, à anemia falciforme e ao síndrome de Klinefelter.
Foi uma aula motivadora, sobretudo a parte final, isto é, a apresentação de trabalhos, uma vez que as doenças genéticas são um tema bastante interessante (pelo que é sempre bom conhecê-las melhor).
Segundo o professor Salsa, os vários trabalhos escritos serão reunidos para criar uma base de dados de doenças genéticas, um projecto muito útil, sem dúvida alguma. Fico agora à espera da próxima aula prática para ficar a conhecer mais doenças genéticas, as suas causas, sintomas e incidência.
Deixo ainda o registo fotográfico desta aula, para que possam " ver o que nós vimos":



domingo, 20 de janeiro de 2008
Recessivos ou Dominantes? - os nossos fenótipos
Assim, como penso que este é um tópico interessante, decidi explorá-lo e pesquisar acerca dos diferentes genes (alelos) e fenótipos, recessivos e dominantes, para algumas características do nosso organismo, facilmente observáveis. Após a recolha de informação, construí a seguinte tabela:

Nas últimas aulas temos "lutado" contra a nossa tendência natural de tomar como fenótipo dominante aquele que surge em maior número, situação esta que nem sempre se verifica, como nos informou o professor Salsa, apesar de, numa certa quantidade de casos, o fenótipo dominante ser mais abundante.
Assim, aproveito esta oportunidade para abrir uma pequena votação, tendo como objectivo verificar se, nos casos referidos, os fenótipos dominantes surgem mais frequentemente que os recessivos. Durante a próxima quinzena, sugiro-vos que respondam à pergunta colocada, com base na tabela publicada nesta postagem.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
15º Trabalho Prático

Esta aula, não tendo os grupos concluído o seu plano experimental na da passada semana, foi ocupada exclusivamente pela planificação das actividades a realizar no âmbito de determinar a forma de transmissão de um dos vários caracteres do referido peixe, assim como as relações dominância/recessividade entre os alelos que o determinam, como referi na postagem referente ao último trabalho prático (ver 14º Trabalho Prático)
Não tendo sido uma aula propriamente "prática", julgo que foi essencial, pois uma experiência desta envergadura só pode ser feita após uma planificação cuidadosa, tendo em conta todos os factores. Por exemplo, para o estudo de uma determinada característica (no caso do meu grupo, a morfologia da barbatana dorsal do Xiphophorus maculatus), podemos identificar variáveis independentes, dependentes e ainda "externas". Estas, embora não influenciem directamente os resultados da experiência, devem ser controladas, tendo em consideração a sua importância, que se pode confirmar no caso da temperatura. Esta pode facilitar/dificultar a reprodução, dependendo do seu valor (se for ligeiramente mais elevada que a temperatura óptima, facilita a actividade reprodutora dos nosso Platies). Também factores como pH, dureza da água e a intensidade luminosa podem influenciar não só a actividade reprodutora, como também a própria sobrevivência dos Xiphophorus maculatus.
Ao longo do resto do ano lectivo iremos desenvolver a experiência planificada por um dos grupos. Assim, espero sinceramente que, à semelhança de Gregor Mendel, tenhamos a "sorte" e a "pontaria" necessárias ao sucesso da experiência.
Costuma dizer-se que a sorte "protege os ousados". Se considerarmos "ousadia" vestirmos a pele de "investigadores" e nos empenharmos neste trabalho, certamente iremos ser bem sucedidos.


